eu tenho por você o melhor amor do mundo. não o amor maior, porque não é uma competição. eu tenho aprendido todo dia: não é uma corrida as suas mãos passeando pela existência com a delicadeza de quem é voraz por mais do que a pele. eu tenho por você o amor sereno daquele vídeo que diz que o amor não deve te fazer sentir alerta, apressado, ofegante. eu tenho por você o amor desprovido de desesperos. o amor da fé. quando você me disse em dezembro que sentia por mim pertencimento, eu entendi que esse era o nome.
onde você estiver nesse planeta, fazendo seja-lá-o-que-for-que-te-faz-sentir-inteira, eu sei, você sabe, silenciosamente, que onde eu estiver nesse planeta, fazendo seja-lá-o-que-for-que-me-faz-sentir-inteira, a gente vai ser parte dessa coisa que é o amor de quem se pertence, mas não se precisa.
agora lembro daquela música do kid abelha: jogue suas mãos para o céu e a agradeça se acaso tiver alguém que você gostaria que estivesse sempre com você. e eu jogo minhas mãos para o céu porque estar perto não é físico.
sempre haverá você na rua, na chuva, na fazenda porque meu melhor amor existe. ele dança e anda e venta e mora nessa coisa que somos, mesmo que nunca mais voltemos a dormir na mesma cama. nós existimos porque o amor existe e o amor existe porque nós existimos. e é só isso. não há mais nada.
quando eu morrer sozinha, preciso que você saiba, quando eu morrer sozinha, não vou morrer solitária. porque nessa vida a gente se encontrou, eu nunca mais vou estar perdida.
onde você estiver nesse planeta, fazendo seja-lá-o-que-for-que-te-faz-sentir-inteira, eu sei, você sabe, silenciosamente, que onde eu estiver nesse planeta, fazendo seja-lá-o-que-for-que-me-faz-sentir-inteira, a gente vai ser parte dessa coisa que é o amor de quem se pertence, mas não se precisa.
agora lembro daquela música do kid abelha: jogue suas mãos para o céu e a agradeça se acaso tiver alguém que você gostaria que estivesse sempre com você. e eu jogo minhas mãos para o céu porque estar perto não é físico.
sempre haverá você na rua, na chuva, na fazenda porque meu melhor amor existe. ele dança e anda e venta e mora nessa coisa que somos, mesmo que nunca mais voltemos a dormir na mesma cama. nós existimos porque o amor existe e o amor existe porque nós existimos. e é só isso. não há mais nada.
quando eu morrer sozinha, preciso que você saiba, quando eu morrer sozinha, não vou morrer solitária. porque nessa vida a gente se encontrou, eu nunca mais vou estar perdida.