E por falar em amor, onde você foi estar? Talvez tenha se perdido em outros corações, achado novos caminhos. Deve estar morando com novos abraços e vivenciando doces beijos.
Meu doce afago, tenha compaixão do teu pobre e desconfigurado amor, se coloque em meu lugar e veja repetidamente a melodia falhar, notas esvaziadas, pausas descontentes e a música que antes existia tomava agora o som do desespero de amar.
Consigo assimilar teu repugnante carisma ao mais cruel dos golpes emocionais em meu peito, meu coração que ousa chorar desesperado, acelerar sem propósito e corroer com ondas inabaláveis de angústia mais uma vez se perde nas claves profundamente agonizantes e se deixa levar pelas linhas das músicas mais bonitas.
Velho amigo, a ti dedico nelas palavras, estrelas eternas e delicados caixões, pois, se uma vez te senti em mim, essa foi a vez em que morri.
Meu doce afago, tenha compaixão do teu pobre e desconfigurado amor, se coloque em meu lugar e veja repetidamente a melodia falhar, notas esvaziadas, pausas descontentes e a música que antes existia tomava agora o som do desespero de amar.
Consigo assimilar teu repugnante carisma ao mais cruel dos golpes emocionais em meu peito, meu coração que ousa chorar desesperado, acelerar sem propósito e corroer com ondas inabaláveis de angústia mais uma vez se perde nas claves profundamente agonizantes e se deixa levar pelas linhas das músicas mais bonitas.
Velho amigo, a ti dedico nelas palavras, estrelas eternas e delicados caixões, pois, se uma vez te senti em mim, essa foi a vez em que morri.