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π€©π€©Bem-vindo ao Halloween do Facecard β onde a suavidade sangra sombras, e atΓ© a fragilidade carrega dentes. π§βπ¦³
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π€ Γ o doce que se dissolve em cinzas na boca. O riso mascarado que grita como lamento em corredores vazios. A ternura queΒ treme, mas se desfaz em fΓΊria quando nΓ£o sabe como sobreviver.
π§ββοΈ E entΓ£o, no silΓͺncio da noite, abre-se o voo da borboleta do caos β asas frΓ‘geis que arrastam tempestades, cores delicadas que cintilam como pressΓ‘gios.
π€©π€©Bem-vindo ao Halloween do Facecard β onde a suavidade sangra sombras, e atΓ© a fragilidade carrega dentes. π§βπ¦³