| dom casmurro, 1899.
“eu amava capitu! capitu me amava! e as
minhas pernas andavam, desandavam, estacavam, trêmulas e crentes de abarcar o mundo. esse primeiro palpitar da seiva, essa revelação da consciência a si própria, nunca mais me esqueceu, nem achei que lhe fosse comparável qualquer outra sensação da mesma espécie. naturalmente por ser minha. naturalmente também por ser a primeira.”
“eu amava capitu! capitu me amava! e as
minhas pernas andavam, desandavam, estacavam, trêmulas e crentes de abarcar o mundo. esse primeiro palpitar da seiva, essa revelação da consciência a si própria, nunca mais me esqueceu, nem achei que lhe fosse comparável qualquer outra sensação da mesma espécie. naturalmente por ser minha. naturalmente também por ser a primeira.”