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Arrepiaram-se ao desperto da manhã de segunda-feira, início de estudos e de trabalhos, que a vida impõe-nos. O Sol penetrava-se não com timidez mas, sim, com extroversão como às uma da tarde, o que é incomum logo naquela manhã de julho. E, com toda a certeza, uma parte do povo de Busan pediam-se por socorro e outra parte aproveitavam-se do calor do terceiro dia de verão, prontos para sujarem os tênis esportivos, prontos para suarem com mais facilidade. Ainda no começo de Julho. No dia um e dois, a quentura não passou de 27°C, mas naquele dia e ano, o clima parecia bater mais de 34°C, e os corpos colados de um casal moviam-se em busca de um lugar frio entre os lençóis, e foi a quentura e essa busca que os fizeram despertar entre bocejos e murmurinhos. Nem mesmo a nudeza foi capaz de reprimir o suor do casal. Um calor diferente do que o anterior, de algumas horas mais cedo, uma hora que o casal se amavam.
Hyeun não estava dormindo mais, estara distraído em seus próprios pensamentos que, voltavam-se a família e ao seu relacionamento. Iniciará a faculdade de direito fazia alguns anos, e por mais que tenha iniciado por ser uma carreira com uma boa renda, não parou pra pensar que, a carreira não favoreceria somente à ele mas também a sua família Woong. Lembrou também, do fato que seu pai, o poderoso Don da Darksiders, o apoiava com veemência, diferente das outras vezes que o mesmo chegou com outras idéias e profissões, e nenhuma fora aceita. Teria que dar um jeito de desfazer-se do laço negociante e sangrento, talvez até mesmo corrupto; não fazia idéia de como funcionava os negócios e nunca nem teve a curiosidade desperta. A vida de alguma forma aconselhou-o a não ser interessar, a vida e a sua namorada que passou-lhe uma visão amadurecida desde aos seus treze anos de idade, a melhor fase da puberdade para diferenciar o certo e o errado, do limpo ao sórdido. Sentia-se imundo por fazer parte de um esquema secreto, por ser um dos herdeiros ao trono montado não com concreto, tijolos ou madeira mas, sim, com o suporte das armas e de corpos gélidos, que em seus rostos expressavam possessão, expressavam o próprio capitalismo derrotado. Não pusera o traseiro ali nem que fosse algemado nos tornozelos aos pulsos. Iria aproveitar seus muitos anos limpo de alma e de carreira, junto com sua amiga de infância que dos treze durou aos vinte, que dos quinze durou como uma namorada aos vinte. E como a vida é engraçada. Não fazia idéia que a sua escolha de ser alguém isento fosse a sua decadência psicológica.
Os murmurinhos tornaram-se mais altos, vindo de dentro e de fora da casa de Eun Byul, sua namorada e amiga de infância, a sua decadência. Ela movia-se na cama, afastando com os dedos firmes e com a mão, o lençol que se embrulhara, expondo todo o corpo nú para os seres assassinados que Hyeun iludia-se ser perseguido por eles, seres que não atormentavam o seu pai mas à ele. O corpo menor e exposto acomodou-se com uma das pernas por cima das coxas do mesmo, enquanto aos dedos, caminharam em lentidão do peitoral aos lábios de seu "amado". Esfregando então, a perna no sexo masculino dele, provocando-o e despertando-o com a fricção. Em um estalo da língua, o rapaz desceu uma das mãos para a perna de sua namorada, apertando-a com firmeza, levantando-se em um impulso e sentando-se na beirada da cama. Relaxou os ombros e as mãos na beirada da cama, suspirando demoradamente observando as peças de roupa espalhadas pelo chão. {...}