A vida imita a morte, a morte imita a vida. NΓ£o sei te dizer, menina, jΓ‘ faz tanto tempo que me vejo imerso ao castanho dos teus olhos que sequer sou capaz de pensar se estou vivendo ou apenas sonhando em te conhecer outra vez. Γ quase como capturar uma pomba branca. Inerente, Γ‘vida e cΓ©lebre. O castanho que carregas consigo estΓ‘ longe do branco que tanto me tranquiliza, hΓ‘ escuridΓ£o em ti e estranhamente me afaga o medo que carrego aqui, do tipo temeroso e amigΓ‘vel. Um dia eu pensei que jamais me sentiria fleumΓ‘tico em meio ao caos, mas vejo que sem ele nΓ£o hΓ‘ arte, querida.