Mirem-no cálidos, eis o luar. Profanado com o sútil palmar indigno, vosso pecado insubstancial é seu amor sob este santuário. Demasias em tua devoção pronta à suvizar toque rude. Ó, solar, peregrino santo de mãos sujas e santas. És deus da minha idolatria, manso o beijo justo, deixa-me curto último abraço. Que diz, por que hei-de jurar? Juras terno por ti, lábios mundanos.