O que somos, se não retratos do passado?
Riscos disformes na terra.
Pedaços de seres quebrados, dor lacinante que o amor encerra.
Os olhos embaçados,
Emaranhados no breu.
Enxergam traços acabados,
Do peremptório destino meu.
Os pés no chão, descalços,
Sentem o fervilhar de uma vida amarga.
O caminho sem nenhum percalço,
Dor no peito, nas costas a carga.
O escuro, pela janela, frondoso,
Perpétuas almas baldadas.
Pelas frestas, o caminho insidioso, revela a trajetória frustrada.
Todos os dias são sintônicos,
Dentro de minha alma, apagada está a chama.
E ainda que permita sentimentos harmônicos,
Pela guerra, meu ser desinsofrido, clama.
Riscos disformes na terra.
Pedaços de seres quebrados, dor lacinante que o amor encerra.
Os olhos embaçados,
Emaranhados no breu.
Enxergam traços acabados,
Do peremptório destino meu.
Os pés no chão, descalços,
Sentem o fervilhar de uma vida amarga.
O caminho sem nenhum percalço,
Dor no peito, nas costas a carga.
O escuro, pela janela, frondoso,
Perpétuas almas baldadas.
Pelas frestas, o caminho insidioso, revela a trajetória frustrada.
Todos os dias são sintônicos,
Dentro de minha alma, apagada está a chama.
E ainda que permita sentimentos harmônicos,
Pela guerra, meu ser desinsofrido, clama.