Minha poesia é corporal. Transbordo sentimentos quando lábios gélidos encontram-se aos teus mornos; sem precisar de caneta, escrevo em alma que sou teu. Corpo pálido à luz do luar, nudez de cerne torna-se exposta. Teus olhos cativam, perante eles, me desfaço e renasço. Sussurros abandonam — eis a sinfonia: “Leia-me, leia-me, leia-me”. Troque a página, equipolente, um Fênix. Releia-me.