É muito simples: não consigo imaginar ninguém cuja infância se compare à minha. O céu e a terra me pertenciam, literalmente. Até minhas apreensões eram felizes. Eu me levantava e ia para a cama — como o Mestre da Criação. Eu conhecia minha felicidade e pressentia que iria perdê-la. Um medo secreto consumia meus dias. Eu não estava tão feliz quanto pretendo agora.