playing now: like a virgin – madonna 🌬️
🇺🇸 🇬🇧 you’ll find a version in english — quietly waiting in the comments. 🌎~ ps: o haven que hoje compartilha parte (completamente íntima) da sua vida no telegram, definitivamente não é o mesmo deste que hoje trago para apresentar-lhes.
ele é parte fundamental do percurso que acabei escolhendo seguir (ou sei lá se foi a vida quem me empurrou por essas bandas).
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magro. inexpressivo. carente. sofria bullying por sua conduta (íntima e com os demais) para um garoto de sua idade. aos 15 anos ele apenas sonhava em:
1. conhecer a europa;
2. ir ao show de amy winehouse;
3. tornar-se comunicador.
posso adiantar que todos esses desejos foram realizados.mas o que o torna importante hoje, apesar de suas diferentes escolhas (all stars preto surrado, calça skinny, camisa de banda indie, franja no cabelo e o camel amarelo), é o relato de como foi a sua primeira vez com um homem.
foi
jefferson. 24 anos. para acender os fetiches dos que me acompanham: era
filho do pedreiro que realizava uma obra na minha casa. eu estava deitado, somente com uma cueca que marcava cada detalhe de minha bunda, e demorei a me dar conta que aquele macho, grande, másculo, sujo de tinta, esfregava a mão na rola e tentava chamar minha atenção.
meu coração disparou a 720 por hora, mas fingi que não era comigo. eu nunca se quer tinha visto um homem sem roupa na vida.
lembro que estava lendo game of thrones, o primeiro livro da série, quando
dei pela primeira vez. nada romântico, sem nenhum preparo, com um homem que descobri alguns anos depois, era casado.
sem espaço nenhum pra julgar escolhas alheias, cada um sabe o tamanho da responsabilidade que vai dedicar a alguém. o que importa mesmo é que ele, assim que minha avó (com quem eu morava) saiu de casa, entrou no meu quarto em silêncio absoluto. ele só abaixou o short surrado do trabalho e esperou que eu mamasse aquela piroca de 23 cm. – nota de "rodapé": por muito tempo, depois dele, eu só me sentia atraído por caras dotados. hoje, isso não é sinal de satisfação mais (pra mim).
eu lembro de muita coisa. das axilas, que não eram feitas, dos contornos dos músculos que só conseguiu porque trabalhava muito, e o seu cheiro. não era "pig", sujo, nem nenhuma classificação dessas, mas tinha um cheiro que foi suficiente para que eu lembrasse por muito tempo.
ele me comeu calado. como se tivesse envergonhado ou já arrependido (mas com tanto tesão que isso não significava porra nenhuma). eu também criei um padrão de macho-ativo-dotado-inexpressivo.
péssimo. terrível. uó. mas foi minha primeira referência, em um cenário inesperado, e com todas as características dele.
essa não foi a única vez que transei com ele. a real é que essa é somente a primeira vez que transei.
o conteúdo que acompanha minha narrativa, especificamente sexual, é exploratória, fetichista, sobretudo curiosa. estou certo de ter feito loucuras que não me fazem uma pessoa totalmente "adequada" (ou normal – mas no meu relato eu não aploio conceituar normalidade).
acontrce que experenciar, das formas mais absurdas, o sexo, as vezes cru, bruto, sujo, quase nunca carinhoso ou acompanhado de algum reforço positivo moldou parte de um ser que hoje compreende pelo menos um pouco dessas alucinadas escolhas.
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HAVEN,
Soul-Activated Fab Theory.
(idades definitivamente não importam aqui. não sou a favor e nem incentivo especulações e fetiche com pessoas menores de 18 anos.)