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𝙷á muito tempo, me perguntaram se eu me sentia sozinha. 𝙴 eu, imediatamente, concordei. 𝚂empre fui eu e mais algumas boas almas que, de vez em quando, ficavam por perto o quanto conseguissem aguentar a bagunça que ainda sou. 𝙽a maioria das vezes, no entanto, contava comigo mesma para unir os pedaços de um coração quebrado causado por outros e por mim mesma. 𝙽ão ofereci maiores respostas, afinal não era necessário, guardei tal questionamento em um baú e o deixei ali, empoeirado. 𝙽as indas e vindas de pessoas em minha casa, acabei necessitando abrir esse baú novamente enquanto arrumava meu próprio local. 𝙲urioso para mim rever essa velha pergunta que, antes simples, começou a me assombrar. 𝙴u me sentia sozinha? 𝙳e fato, meu ciclo acabou por crescer nesses últimos anos, embora não fosse grande, exatamente. 𝙿orém, a resposta para essa questão não foi a mesma. 𝙰inda com amigos, colegas, companheiros, eu descobri que me sentia sozinha. 𝚂entia um vazio ao olhar meu celular e não saber para quem contar uma coisa boba que me aconteceu. 𝚂entia a tristeza de encarar a tdepressão que me atingiam sem poder contar com ninguém. 𝚂entia a dor de não confiar nas pessoas por tantos traumas acumulados durante minha trajetória. 𝚂entia que enquanto eu estava em uma sala rodeada de pessoas alegres, falantes, ávidas, por dentro a sensação de que ninguém ali se importava comigo me corroía, me dilacerando por inteiro.
𝙰cabei sentando próximo ao baú onde havia guardado aquela indagação por anos e refleti. 𝙴star sozinha nunca foi sobre estar ou não acompanhada. 𝙴star sozinha sempre foi sobre o quão desesperançosa minha alma estava.
—— 𝑪𝖺𝗋𝗍𝖺𝗌 𝖽𝖾 𝗈𝖽𝗂𝗈 𝗉𝖺𝗋𝖺 𝗆𝗂𝗆 𝗆𝖾𝗌𝗆𝖺.
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𝙷á muito tempo, me perguntaram se eu me sentia sozinha. 𝙴 eu, imediatamente, concordei. 𝚂empre fui eu e mais algumas boas almas que, de vez em quando, ficavam por perto o quanto conseguissem aguentar a bagunça que ainda sou. 𝙽a maioria das vezes, no entanto, contava comigo mesma para unir os pedaços de um coração quebrado causado por outros e por mim mesma. 𝙽ão ofereci maiores respostas, afinal não era necessário, guardei tal questionamento em um baú e o deixei ali, empoeirado. 𝙽as indas e vindas de pessoas em minha casa, acabei necessitando abrir esse baú novamente enquanto arrumava meu próprio local. 𝙲urioso para mim rever essa velha pergunta que, antes simples, começou a me assombrar. 𝙴u me sentia sozinha? 𝙳e fato, meu ciclo acabou por crescer nesses últimos anos, embora não fosse grande, exatamente. 𝙿orém, a resposta para essa questão não foi a mesma. 𝙰inda com amigos, colegas, companheiros, eu descobri que me sentia sozinha. 𝚂entia um vazio ao olhar meu celular e não saber para quem contar uma coisa boba que me aconteceu. 𝚂entia a tristeza de encarar a tdepressão que me atingiam sem poder contar com ninguém. 𝚂entia a dor de não confiar nas pessoas por tantos traumas acumulados durante minha trajetória. 𝚂entia que enquanto eu estava em uma sala rodeada de pessoas alegres, falantes, ávidas, por dentro a sensação de que ninguém ali se importava comigo me corroía, me dilacerando por inteiro.
𝙰cabei sentando próximo ao baú onde havia guardado aquela indagação por anos e refleti. 𝙴star sozinha nunca foi sobre estar ou não acompanhada. 𝙴star sozinha sempre foi sobre o quão desesperançosa minha alma estava.
—— 𝑪𝖺𝗋𝗍𝖺𝗌 𝖽𝖾 𝗈𝖽𝗂𝗈 𝗉𝖺𝗋𝖺 𝗆𝗂𝗆 𝗆𝖾𝗌𝗆𝖺.
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